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O jornalista André Barcinski foi convidado pelo jornal Folha de S. Paulo para escrever uma coluna especial neste domingo sobre as cotas de TV que a Globo dá aos clubes brasileiros. E ele acusou o canal de TV de proteger Corinthians e Flamengo.

“Quando leio sobre as cotas de TV que a Rede Globo pagará aos clubes brasileiros a partir de 2016, me lembro de Mauricinho, o playboy. Porque a Globo age como o paizão rico que faz de tudo para que seu filhinho ganhe todas as peladas. No caso, seus dois filhinhos: Corinthians e Flamengo. Timãoricinho e Flaboy”, justificou.

Ele aproveitou o espaço para explicar o motivo de comparar os dois clubes a Mauricinho, o playboy. “Quando eu era criança, havia na rua um menino cujo nome não lembro agora, mas que chamarei de Mauricinho. O pai de Mauricinho era rico e cobria o filho de mimos. Na pelada da rua, enquanto todos jogavam com uma bola Dente de Leite ovalada, Mauricinho aparecia com uma Adidas de couro. Todo mundo queria jogar no time de Mauricinho, porque ele trazia uniformes e presenteava a molecada com camisas oficiais. Assim, podia escolher os jogadores que quisesse e vencia todas as peladas”.

Barcinski argumenta que até 2011, as cotas de TV eram “razoavelmente justas”, porque o time que ganhava mais da Globo recebia R$ 25 milhões, quanto o que ganhava menos recebia R$ 13 mi. Em 2016, a diferença entre Corinthians e Flamengo, os líderes, para o São Paulo, o terceiro colocado, chega a R$ 60 milhões (R$ 170 mi a R$ 110 mi).

Confira o texto na íntegra no site da Folha

Fonte: Torcedores.com

 

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